terça-feira, 29 de janeiro de 2013

«Não há como fugir... (ou Salomé e Judite)

... a um Lucas Cranach (muito menos a dois)» - Título que «encima» o Vídeo do Público, sobre o «Encontro» (temporário) entre Salomé e Judite - ambos os retratos de Lucas Cranach
 - a primeira, do Museu Nacional de Arte Antiga, a segunda, de visita, emprestada pelo  The Metropolitan Museum of Art.
 

sábado, 26 de janeiro de 2013

Paraíso, Autopsicografias

Entre 1947 e 1952, 5500 crianças austríacas foram acolhidas por famílias portuguesas. Fugiam das marcas da II Guerra Mundial: a fome e o frio, o pai que tinha ficado na guerra. “Lá é o paraíso”, diziam-lhes as mães antes da partida. [...]
Reportagem de Cáudia Sobral, no Público, de 24-01 - AQUI

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

«Abraço»

De José Luis Peixoto.

A «custo zero». T. retirou-o do suporte-instalação do «Dia do Silêncio», substituindo-o por um dos que trouxera nos sacos de «restos» - ofertas, também, a Eli e a C. F.

J. S., depois, contou que o comprara na Rua, por 4 Euros - mas, como era «duplicação»...

Rua da Amargura do Livro.

[Novos, Roubados - de antes da E., década de 80 - comprou T. muitos, sob as arcadas do T. do Paço, caminho da Margem Sul ao Trabalho Braçal da HOT - era Duro, mas havia sempre algo nas Algibeiras]
 
 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Heranças

A. Eus fala, com Comoção, de quem não tem (teve) «bibliotecas geracionais ou heranças de família eruditas».
AQUI

Idêntico foi o  percurso «do, agora, T.»
Mãe P. falava muito. Ler e escrever, não. Pai Velho lia «O Século», só.

Histórias de histórias, Muitas. Daquilo a que «a Leitora» chama «Pancadas», também.

Da «biblioteca recuada», na Casa de S. A. da C., metade foi para o Princeso [que fará com tal «Herança»?],
metade andou (e anda) a ser oferecida.
Do que foi para Eli, depois de lidos, alguns regressaram,  para os 45 minutos - dia «Ouvir o Silêncio»

É tarde.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

O adulto

O adulto «é aquilo que por erro sucede à criança.»

Na última narrativa («Festa de Natal - indicação sobre o modo de se exigir chocolates») da Crónica publicada  na p. 8 da  Visão, de 27 de Dezembro de 2012              (uma das poucas leituras da Hibernação-Zmab),
 Gonçalo M. Tavares chama-lhe «uma rápida definição de adulto» partindo dos versos de Pessoa-Campos:

[...]

Comprem chocolates à criança a quem sucedi por erro,
E tirem a tabuleta porque amanhã é infinito.

[...]
[dístico do poema de Incipit «Grandes são os desertos e tudo é deserto» - fidedigno no Arquivo Pessoa NeT -            AQUI]