quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Deidda + Mafalda Arnauth + Pessoa + «Mar Português»

- Lançamento do quarto trabalho de Mariano Deidda dedicado à obra de Pessoa - pela qual se apaixonou, desde que o leu, muito jovem, numa tradução do Livro do Desassossego, de Antonio Tabucchi (escritor, professor e intelectual «Europeu», que sempre recontou como, quando também muito jovem, o poema «Tabacaria» lhe «construiu um Rumo de Vida...»  - ver, por ex., AQUI)

- trabalho  dedicado à Mensagem , desta vez - Ouvir, então, «Mar Português» - AQUI
e ler AQUI - endereço do Público, o  artigo intitulado «44 poemas apontados ao Futuro de Portugal»

- Recortes, do próprio Deidda:
 - [...] Era muito jovem quando o descobri, e encontrar-me com uma obra tão forte como a do Livro do Desassossego foi como se tivesse as mãos a tapar os olhos e de repente os destapasse. Pessoa abriu-me os olhos. E comecei a ver o mundo de outra maneira.” [...]
- [...] o livro de Pessoa que agora musicou é uma obra sem tempo: “Fernando Pessoa contou, em 44 poemas, a grande história de Portugal do passado. Mas lidos por uma óptica moderna são 44 poemas apontados ao futuro de Portugal[...]



sábado, 16 de novembro de 2013

VAN GOGH («A tesoura de») - Nuno Júdice

A TESOURA DE VAN GOGH
(variante)
 
[incompleto; recorte inicial]

 
No quarto em que fecharam o van gogh não havia
nem tela nem tintas para ele pintar a sua própria
orelha. Van gogh estava sentado em frente de um
espelho, olhava para a orelha e não sabia o que fazer
com ela: se tivesse tela e tintas, e lhe tivessem
dado um pincel, teria pintado a sua orelha sentada
numa cadeira de pau, com as costas pintadas de azul
e a frente de amarelo. Mas sem ter nada disso,
van gogh olhava para o espelho e a orelha como
que crescia na sua cabeça, ocupava o espelho inteiro,
tapava-lhe o rosto e impedia-o de ver o que quer que
fosse à sua volta. Então, van gogh começou
a procurar soluções para o problema
que a orelha colocava: [...]
 
Nuno Júdice, Navegação de acaso, D. Quxote, 2013 (nov.), pp. 70-71


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

«vende trapos, pequena, vende trapos» («come chocolates...», Campos)

[faltavam 10 ' para a abertura da FNC -   S. «fazia tempo», pela Praça onde os Cafés foram substituídos por Bancos e estes por «Manjedouras»]

-  avistou o «arraial» de Trapos na Esquina Nobre [com a R. do O.] onde ANTES havia uma Livraria do «DN»        [????];  - «Incrédulo», entrou[...]

-  à espera de comp.  [...] - a um balcão, D. S. (1112, RPE),  Típica «Ex» de uma certa «AA» - [«e o resto não se diz...»] - de origem ANGOL., Qd.a por duas vezes - de «serviços mínimos» com a Palavra - contou:
- «que a família voltou  toda para Angola e só ela regressou, após sete meses, que correram mal»;
- à (tradicional) pergunta: «e como vai a Carreira Artística?», respondeu: «uma coisinha aqui, outra ali, como Modelo...

- «vende Tecidos, pequena, vende Tecidos»

terça-feira, 5 de novembro de 2013

«(des)Encontros - AA»

M. R. é uma «recente» «Ex-AA».

«Senhora», já - por Herança Ibérica? - de muitas leituras, natural (ou discretamente) se destacou num Bloco fraco, mas, porque, tendo sido o que mais seriamente «tomou a Receita» de S. -  alcançou um número razoável de Sobreviventes no Cataclismo «639» do passado Verão.
[Ah - facilmente obteve um P. no C. «E. com A.»]

Está no Porto, em ARQ - em parceria com a Pequenina PRO, também M., de seu Nome - e visitou, ontem, o Palácio 1314 
-  («arejada», com Corte mais Curto a Enq. a Moldura)

À pergunta «Que nome é agora o seu?» - terá respondido?
Não se lembra, S.