quarta-feira, 30 de novembro de 2016

«Tabacaria» («Incendiar a...»)

Recorte inicial do texto lido na apresentação da edição Especial da «Guerra & Paz» - AQUI

domingo, 27 de novembro de 2016

«tugas em Hollyood» - MEC

- crónica de M. E. C., de 24 - 11,  sobre os atores que interpretam missionários jesuítas portugueses no Japão do Século XVII, em «Silence» - o «próximo» Scorsese...

AQUI -
Recorte inicial: 
Estudei o trailer de Silence, o novo filme de Scorsese e acho que Liam Neeson, no papel do Padre Cristovão Ferreira, é o que tem menos pinta de tuga. São poucos os tugas com 1 metro e 93 em 2016 e terão sido menos ainda no século XVII. Eu diria que havia zero. As pessoas do século XVII eram notoriamente mais baixas do que no passado ou no futuro, sabe Deus porquê.
Adam Driver até passa por tuga mas o apelido do personagem deita tudo a perder, pois ele faz de Padre Francisco Garppe [...]
AQUI

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

M. C. C. L. - «que Nome é o seu»?

- contou que «nasceu em 74, na Venezuela, onde viveu até aos quatro anos» - «filha de Índio e de Aranha (ou Serpente)...» - «protegida pela Santa que lhe deu o Nome («Próprio, não Apelido, ouviste?») - é um dos «C.s», com quatro «O.s», quatro...
- J. implorou pelo resto da história, mas esta M. de C. (no «Paraíso das A.») alegou que «estava a escrever um «Emel» de grande responsabilidade» - e lá foi J. «à sua vidinha...»
Well

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

«Curiosidades» («Zoo lógicas?»)

Eis algumas das Frases [em Cartazes a duas Cores, «empalhados» pela paredes do Palácio 1617] ] que hoje deixaram «Parua» a «Alma de J.»:

- «Solid. para com as F.!»
- «Solid. para com a F. P.!»
- «Fim do Ex. de F.!»

[quanto mais vive, mais «Espantado» («Espantalho?»)  anda J.]
[«Morte ao F., já agora...]

sábado, 19 de novembro de 2016

«A Casinha da D.» (Zmar)

- paga pela Marechal H. em 83,85, foi Cantinho (muito Modesto e muito...) de «descompressão», daí até 2011-12      (ano da «Loucura» «ZT»  da General Z.) 
- a Marechal dizia que «seria Herança do Princ.» - que aí brincou, feliz, muito, Verão após Verão... 
- D. dizia que («ela», a Casinha) esperava a (pela) pessoa certa» - o processo foi um pouquinho  [...], mas lá foi entregue, ontem; «à pessoa Certa» - assim parece, após [...]
- passa a ser a «Casinha da D.»
Well

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Quadrado? Não, obrigado!

- há muitas, muitas Estações que J. «adoptou» o Q.do - disposição «arriscada», mas que permite a «Circulação»... [e evita as nódoas Negras nas....]
- ontem, a arquite(c)ta B. S. perguntou-lhe «se a 502 estava em U» - «Sempre, exce(p)to nos T.»

- hoje, a Sr.a A. O. informou que «seria  para todos e para sempre»
- «Aleluia!»

- (aqui só entre «Nós, os Outros», «vai dar estrilho» - «vai dar Raia»...)

[«deu mesmo» - a 24, veio a «Contraordem» - segundo o «jornal da Caserna», houve até quem considerasse que «se estaria a beneficiar uns e a prejudicar outros» - «É só Filmes...»]


domingo, 13 de novembro de 2016

Tejo: um Lago

- com aquela «Parede de Vidro» (e Grande Espaço Interior),  o «D. C.» - (integrado na ArQ. da F. C.) - também «serviu bem»,  na serena COM. «de S. Martinho, da General Z», com 1 dia de atraso - e com MAT. «em Grande Forma»

- depois, o Tejo sem Vento, logo, sem Corrente, sob o Sol Outonal, parecia um Grande Lago - não restava aos pequenos VELEJ. senão... serem rebocados
 - quanto à «Outra Banda», continua por «(re) Ordenar... [e o «resto, que foi pensado», não se diz...]

terça-feira, 8 de novembro de 2016

«A Gorda» - Isabela Figueiredo

[rapidamente lido em 4, 5 dias, ...;
- não se escolhe um excerto com «ligação direta» ao título - ...]

[...] E a mamã morreu mesmo, sem conseguir o feito de entrar docilmente na noite serena e odiando a luz que começava a morrer. Como a entendo! Que difícil será desistir, deixar para trás, libertar o peso que queremos manter porque esteve connosco e nos matou e amparou no mesmo minuto, porque tudo é o que é e o seu contrário. Como é que se abdica da vida?!
     Era para lhe ter pedido uns conselhos na véspera à noite, mas já era tarde. A conversa fica adiada para um sonho futuro. Não lhe dei o beijo de boas noites. Há um dia em que todas as noites acabam.
    Tenho-a sepultada em campa rasa no cemitério de Vale de Flores, Feijó, com uma tabuleta de metal negro onde pintaram um 880 a tinta branca. Talhão B, campa 880. A mamá deixou de ser um nome associado a uma data de nascimento, filha de fulano e sicrano, nascida na freguesia tal, de determinado concelho do país. Pesa-me, porque a mamã nunca foi uma combinação de números. A mamã atravessou vidas e oceanos. A mamã rasgou o véu da existência e inscreveu-se nela, para sempre. Um número?!
    Preciso de comprar uma  lápide para a mamã, para que ela veja, de onde está, que me aguento sozinha, apesar da sua ausência, que pode orgulhar-se de mim pelos séculos dos séculos. Mas o orgulho tem de esperar. Os cortes no salário, os impostos e a sobretaxa do IRS mal me deixam respirar. Dá para viver, não para despesas adicionais. A prima Fá emprestou-me o valor do funeral. Se a mamá soubesse, meu Deus, se ela soubesse! Ainda bem que se foi.

A Gorda, Isabela Figueiredo, Caminho, 2016 (outubro), p. 209, 10


Sete anos depois de se estrear com (...),
Isabela Figueiredo publica, aos 53 anos,
o seu primeiro romance - 
NUNO FERREIRA SANTOS

[crítica de Hugo Pinto Santos, no «ípsilon», de 24 - 11 -        AQUI ]

[«Panorama»,  de Rui Catalão, no mesmo «Endereço» - com fotos... AQUI]